Fanzine Brasil

SOBRE


     Por Juliana Vannucchi (Editora-chefe e redatora)
 
 O Fanzine Brasil deu seus primeiros passos no início de 2017. O site é essencialmente baseado na ideologia DIY e inspirado diretamente nos moldes dos fanzines que foram criados durante a eclosão do movimento Punk. Somos movidos por uma paixão: a música. No geral, nosso objetivo é homenagear o Rock And Roll em suas mais variadas vertentes (Punk, Hard, Heavy Metal, Post Punk, Progressivo, etc) e, através disso, criar conteúdos culturalmente valiosos e enriquecedores.
 
Costumamos dizer que o Fanzine Brasil é uma espécie de “CBGB virtual”, porque sempre abrimos as portas para bandas e projetos independentes. Uma das nossas propostas é enaltecer, oferecer espaço e abraçar o universo underground - tanto nacional, quanto internacional.  Mas nesse ponto, é muito importante ressaltar que nosso intuito não é apenas divulgar músicos, mas também outros artistas. Por isso, desde 2019, começamos a produzir textos sobre pintores e desenhistas. Ao longo do tempo, já divulgamos fanzines independentes, selos, festivais undergrounds e até mesmo loja de discos.

FATOS MARCANTES: 

Ao longo de nossa trajetória, já entrevistamos alguns músicos internacionais de destaque como, por exemplo, o Doug Hart (ex-membro/cofundador do The Jesus And Mary Chain). Foi o primeiro texto em português totalmente dedicado ao Doug. Também já realizamos uma entrevista com o lendário Barry Adamson (da banda Magazine), que foi outra exclusividade. Além disso, já demos voz a outros grandes nomes da música, como Bob Bert (ex-Sonic Youth), Jessie Evans, Paul Ferguson (Killing Joke), Steve Conte (The New York Dolls), Toby Dammit (Stooges, Iggy Pop e Nick Cave & the Bad Seeds), dentre outros. 

CAUSA SOCIAL:

Em fevereiro de 2020, em nome do site e a através de nosso perfil do Instagram, arrecademos alimentos para uma aldeia indígena que vive em Tapiraí  (SP) e que, infelizmente, passa por necessidades. Foi a primeira ação social de muitas que pretendemos fazer. Também já atuamos em prol de uma ONG independente chamada "SOS Totós e Miaus".

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